Tirando a essência do texto, o que se percebe é que não importa o veículo, ou o tipo de arte, pintura, arquitetura, teatro, cinema, etc, o que importa são as diferentes forma com que elas interagem com seus públicos. A experiência em contemplar, assistir ou até participar de uma obra de arte (nisso incluo o cinema também) é o que completa e conclui seu sentido, seja ele particular ou coletivo.
Independente do quanto iremos evoluir quanto aos tipos de mídia utilizadas para divulgar nossas mensagens, o que importa realmente é o conteúdo, a forma, o significado, é a busca incessante do homem, desde os seus primórdios, em se compreender e fazer-se compreender, em persuadir, seduzir. Isso acredito que não mudou e não mudará, nem mesmo se chegarmos ao ponto de termos como veículo um minúsculo chip implantado atrás da orelha, reponsável por reproduzir e servir como meio de todo o tipo de comunicação, TV, celular, Internet, pagamentos...e todo o tipo de interatividade. Será??